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  <updated>2026-04-23T07:08:49Z</updated>
  <dc:date>2026-04-23T07:08:49Z</dc:date>
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    <title>O jogo da nação: o futebol e a construção da unidade nacional em Moçambique, 1975-2019</title>
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      <name>Manhanguele, Mauro Armando Adelino</name>
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    <updated>2022-07-11T09:15:07Z</updated>
    <published>2022-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: O jogo da nação: o futebol e a construção da unidade nacional em Moçambique, 1975-2019
Authors: Manhanguele, Mauro Armando Adelino
Abstract: Soccer is a very popular sport in Mozambique. Sometimes seen as recreational or professional&#xD;
activity, soccer also plays a social and political role. However, despite being the sports of the&#xD;
masses, it has not received the attention it deserves from researchers in social sciences and&#xD;
humanities. To contribute to filling this gap, this dissertation studies the contribution of soccer in&#xD;
the construction and strengthening of the Mozambican nation. It contends that since the&#xD;
proclamation of national Independence in 1975, soccer has played an important role in the project&#xD;
of building a strong, united and modern nation. It further argues that in a context of a history of&#xD;
cyclical warfare and instrumentalization of ethno-linguistic and regional diversity, the government&#xD;
of Mozambique has bet on the popularity of soccer to promote an idea of belonging to a united and&#xD;
sovereign nation. In this regard, the soccer matches of the national soccer team serve to unite&#xD;
Mozambicans in defending their homeland, leaving aside ethnic and club differences. The national&#xD;
soccer league played in „all-against-all‟ model involving clubs from all regions of the country,&#xD;
despite being financially unsustainable, receives public funds because it is believed to contribute&#xD;
to national unity. The dissertation is based on historical and qualitative methods seeking to&#xD;
understand political, social and sports events over time. In this process, it relies on document&#xD;
analysis, literature review, non-participant observation and interviews with key informants.</summary>
    <dc:date>2022-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>O acolhimento de refugiados em Moçambique</title>
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      <name>Consolo, Maria Josefina de Sá</name>
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    <updated>2022-04-20T11:58:48Z</updated>
    <published>2015-11-12T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: O acolhimento de refugiados em Moçambique
Authors: Consolo, Maria Josefina de Sá
Abstract: A presente dissertação com o tema o acolhimento de Refugiados em Moçambique, pretende analisar a história do acolhimento de refugiados em Moçambique no período compreendido entre 1976 a 2014, em particular, discutir até que ponto as estratégias de acolhimento de refugiados em Moçambique satisfazem as necessidades básicas dos refugiados. A pesquisa pretende responder a três objectivos específicos nomeadamente, (i) analisar a evolução das políticas de acolhimento em Moçambique, (ii) discutir o impacto da implementação das políticas de acolhimento para os refugiados e para comunidade local e (iii) identificar o tipo de relacionamento existente entre os refugiados e a comunidade local. Para responder a estes objectivos fez-se previamente uma revisão bibliográfica e documental, seguido de entrevistas no Centro de acomodação de Refugiados de Maratane-Nampula e instituições sediadas em Maputo ligadas ao apoio aos refugiados. As conclusões deste estudo indicam que Moçambique ao longo do período em estudo adoptou uma politica de portas abertas, entretanto dificuldades e desafios no processo de implementação forçaram o país em algumas circunstâncias a restringir alguns direitos considerados básicos para a sobrevivência dos refugiados. Com o intuito de suprir aquilo que as instituições não providenciam, o governo cria facilidades para os refugiados se dedicarem a actividades como a agricultura, comércio tanto no centro assim como fora deste local. Neste processo da luta pela sobrevivência verificam-se focos de conflitos entre os refugiados e a comunidade local, principalmente nos mercados, educação e no acesso à terra</summary>
    <dc:date>2015-11-12T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>A pesca em Moçambique: uma análise do ciclo socialista, 1977-1987</title>
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      <name>Gomes, Onésio Paulo</name>
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    <updated>2022-04-20T11:59:27Z</updated>
    <published>2014-11-28T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: A pesca em Moçambique: uma análise do ciclo socialista, 1977-1987
Authors: Gomes, Onésio Paulo
Abstract: A economia de Moçambique foi fortemente abalada pelo processo de independência. Como corolário deste processo verificou - se a saída massiva de portugueses o que causou a paralisação de [praticamente todos os sectores da economia e da administração. No sector das pescas, a nível industrial, ramo criado nos finais do período colonial para a captura e exportação do camarão, há o abandono dos armadores. Alguns saem com as respectivas embarcações e outros sabotam-nas antes de partir. O sector artesanal também se ressente da situação, pois regista-se a quebra dos circuitos de comercialização do pescado devido a saída de elementos-chave, e por essa razão deixa de haver onde adquirir materiais e aprestos de pesca. Assim, o novo governo da Frelimo traça politicas com vista a retirar o sector da situação em que se encontrava. Esta dissertação analisa o comportamento do sector das pescas após a implementação dessas politicas, no período 1977-1987. Neste contexto, defendemos a ideia de que o sector das pescas, embora tenha existido um aumento da produção, caracterizou-se por políticas que eram o reflexo da politica geral que se caracterizava pela planificação centralizada da economia e concentração e centralização do desenvolvimento no sector estatal, e que foram sujeitas a contestação. Deste modo argumentamos que o subsector industrial foi o mais beneficiado enquanto o da pesca da pequena escala tinha contrapartidas que não eram satisfatórias aos pescadores que se encontravam vinculados aos combinados pesqueiros, por isso muito deles abandonavam – nos; a política de preços fixos constitui um dos focos de contestação dos pescadores tanto industriais assim como de pequena escala, por isso como resposta muitos comercializavam através de circuitos não oficiais onde poderiam ter um maior rendimento; e os organismos criados pelo Estado para garantir a ligação entre a pesca e a agricultura (Combinados Pesqueiros e AGRICOM) eram contornados pelo facto dos termos de troca não serem satisfatórios, o que faziam com que muitos pescadores realizassem as trocas do peixe com os produtos agrícolas sem a intermediação dos Combinados Pesqueiros, e também devido a procura massiva de peixe que servia para trocar com produtos agrícolas e outros de primeira necessidade o que fazia com que ate funcionários destacados do Estado se engajassem no comércio, num momento de crise.</summary>
    <dc:date>2014-11-28T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>A crise zimbabweana e seu impacto para o corredor da Beira, c. 1990-2009</title>
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      <name>Muchanga, Inordine Abdul Khadry</name>
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    <updated>2022-04-20T12:00:20Z</updated>
    <published>2018-01-13T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: A crise zimbabweana e seu impacto para o corredor da Beira, c. 1990-2009
Authors: Muchanga, Inordine Abdul Khadry
Abstract: O Corredor da Beira e a antiga Rodésia do Sul (Zimbabwe) tem um passado comum que remonta desde o século XIX quando foi concluída a ligação ferroviária entre estes em 1899. A construção das infra-estruturas ferro portuárias que hoje comportam o Corredor da Beira resulta do dinamismo do capital rodesiano e da necessidade de via de escoamento economicamente rentável por parte desta colónia britânica. Durante os anos de 1960 o Corredor da Beira alcançou o seu ponto mais alto de manuseamento de carga em cerca de 4, 3 milhões de tons somente no ano de 1965, graças a grande contribuição dos seus clientes do hinterland, com a Rodésia do Sul a ocupar o lugar de destaque. A partir da segunda metade da década de 1960 até 1975 o volume de mercadoria manuseado pelo porto da Beira decresceu, sendo crítico entre 1976 e 1980, devido a sanções impostas ao principal cliente, a Rodésia do Sul pela Inglaterra e seus parceiros internacionais e postas em prática pelo Moçambique independente, através do encerramento das fronteiras. Em 1980, o corredor reiniciou a sua ligação com o ex Rodésia do Sul (agora Zimbabwe). Contudo, esta situação não foi acompanhada com o crescimento do tráfego de e para Zimbabwe, pelo menos até 1986 devido a várias acções protagonizadas pela África do Sul (desde acções militares, sabotagem e psicológicas) contra este, e consequente desvio ao seu favor da grande parte da mercadoria do hinterland. A partir de 1987 o volume da carga manuseada pelo porto da Beira começou a crescer substancialmente até pelo menos 1997, altura em que Zimbabwe começou a registar momentos conturbados que se prolongaram até a década de 2000. O presente estudo com o recurso a fontes secundárias (bibliografia) e primárias (bases de dados) dos Caminhos de Ferro de Moçambique- Centro demonstra que a crise zimbabweana das décadas de 90 e 2000 impossibilitou o país de produzir os produtos agrícolas (tabaco, algodão, açúcar, chá, cereais) que alimentavam o seu comércio internacional. Com este défice, Zimbabwe passou a exportar poucas quantidades de produtos agrícolas para o mercado regional particularmente, o sul-africano, reduzindo drasticamente as suas exportações para o resto do mundo sobretudo para o mercado da União Europeia que antes da crise constituía seu principal mercado. Perante a situação que descrevemos, o nosso argumento é que a crise zimbabweana contribuiu para a redução do tráfego de mercadoria pelo Corredor da Beira, nomeadamente no sistema ferro portuário, dada a maior dependência pelo comércio internacional deste país</summary>
    <dc:date>2018-01-13T00:00:00Z</dc:date>
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