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    <title>DSpace Community:</title>
    <link>http://www.repositorio.uem.mz/handle258/124</link>
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    <pubDate>Wed, 22 Jul 2026 08:16:42 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-07-22T08:16:42Z</dc:date>
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      <title>Percepções comunitárias sobre a participação no desenho de projectos de desenvolvimento comunitário no distrito de Mabalane</title>
      <link>http://www.repositorio.uem.mz/handle258/1656</link>
      <description>Title: Percepções comunitárias sobre a participação no desenho de projectos de desenvolvimento comunitário no distrito de Mabalane
Authors: Mutombene, Ivan
Abstract: A presente dissertação busca analisar as percepções comunitárias sobre a sua participação&#xD;
no desenho de projectos de desenvolvimento comunitário no distrito de Mabalane. Neste&#xD;
trabalho, problematizamos os modelos comuns de desenho de projectos de desenvolvimento&#xD;
que colocam barreiras à participação comunitária efectiva, baseando-se em pressupostos&#xD;
globais que às vezes não encontram enquadramento nas realidades onde os projectos são&#xD;
implementados. Em termos metodológicos, o estudo é de tipo qualitativo e o método de&#xD;
procedimento foi estudo de caso. Definimos como técnicas de recolha de dados as&#xD;
entrevistas semi-estruturadas, discussões em grupos focais e pesquisa bibliográfica. Com&#xD;
recurso a teoria de desenvolvimento comunitário de Maria Luiza de Souza (2002), a análise&#xD;
de dados permitiu obter os seguintes resultados: (i) embora os membros da comunidade&#xD;
reconheçam que as decisões são tomadas pelas ONGs sem consulta, alguns expressaram não&#xD;
se oporem a essa dinâmica, sob o argumento de que as organizações detêm maior&#xD;
conhecimento técnico; (ii) constatou-se alguma percepção crítica do papel das ONGs no&#xD;
desenvolvimento comunitário, olhando para estas como organizações cuja finalidade&#xD;
consiste na justificação ascendente de fundos aos doadores, e não necessariamente a&#xD;
promoção genuína de desenvolvimento; (iii) a vulnerabilidade extrema vivida pelas&#xD;
comunidades gera um tipo de engajamento caracterizado por adesão passiva, motivada mais&#xD;
pela expectativa de benefícios imediatos; (iv) a posição de vulnerabilidade, apesar de real,&#xD;
por vezes pode ser mobilizada discursivamente pelas comunidades como forma de justificar&#xD;
a não participação activa. As conclusões desta dissertação, sugerem a validação da hipótese&#xD;
segundo a qual as comunidades de Tsocate e Kokwe percebem a sua participação no desenho&#xD;
de projectos de desenvolvimento comunitário como limitada e marcada por adesão passiva,&#xD;
influenciada pela vulnerabilidade relacionada à insegurança alimentar e por factores&#xD;
culturais.</description>
      <pubDate>Fri, 01 May 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://www.repositorio.uem.mz/handle258/1656</guid>
      <dc:date>2026-05-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Descentralização sem desenvolvimento local em Moçambique. caso do município da cidade de Tete, 1998-2018</title>
      <link>http://www.repositorio.uem.mz/handle258/1528</link>
      <description>Title: Descentralização sem desenvolvimento local em Moçambique. caso do município da cidade de Tete, 1998-2018
Authors: Chambote, Raúl Meneses
Abstract: O tema do estudo é “Descentralização Sem Desenvolvimento Local em Moçambique". O&#xD;
Caso do Município da Cidade de Tete, de 1998 a 2018”. O estudo analisa a relação entre&#xD;
descentralização e desenvolvimento local e usa o método misto: quantitativo- qualitativo.&#xD;
Adopta amostragem aleatória simples, estabelecendo uma amostra de 60 pessoas do universo&#xD;
de 217.000 de habitantes no município, e, abordagem intencional e convencional. A teoria&#xD;
sequencial da descentralização e teorias de desenvolvimento perfazem o quadro teórico.&#xD;
Moçambique iniciou a descentralização, municipalizando as primeiras 33 autarquias em&#xD;
1998. Municipalização justifica-se quando, por um lado, o governo central decide fazê-lo,&#xD;
ou por outro, quando há demanda local para reformas. Essas reformas à luz da&#xD;
descentralização exigem o cumprimento de quatro promessas, nomeadamente: (i) eficiência&#xD;
governativa, (ii) equidade procedimental e institucional, (iii) participação e (iv) provisão de&#xD;
bens e serviços. Porém, nos primeiros 20 anos da municipalização, evidências mostram que&#xD;
o processo da descentralização em Moçambique gravitou em torno da primazia do controle&#xD;
e partilha do poder político sobre o desenvolvimento local. Três factores explicam a&#xD;
centralidade da primazia do poder político sobre o desenvolvimento local, a saber: (i) o&#xD;
contexto de pós-conflito armado de 16 anos e de sucessivos conflitos eleitorais violentos que&#xD;
enforma a lógica da municipalização em Moçambique; (ii) a exclusão do papel das elites e&#xD;
sua participação na economia local de forma transparente; e, (iii) ausência de visão&#xD;
desenvolvimentista na municipalização. Argumenta-se que os desafios, limitações e suas&#xD;
implicações, e problemas da descentralização, durante os primeiros 20 anos de&#xD;
municipalização, não residem no facto da descentralização ser uma forma de governação,&#xD;
política e culturalmente, estranha para Moçambique, mas sim na sua forma alienatória, que&#xD;
é política e economicamente exclusivista. Foi uma municipalização centrada na primazia do&#xD;
poder político e não no desenvolvimento local. O estudo defende que a descentralização seja,&#xD;
primeiro, repensada em função do desenvolvimento local, pois sem o qual, não se justifica a&#xD;
municipalização. Segundo, mais que um assunto somente de políticos, a descentralização&#xD;
deve ser um projecto académico em Moçambique, pois precisa-se uma conceptualização&#xD;
aplicável ao contexto de Moçambique independentemente de melhores práticas que tenham&#xD;
tido sucessos no mundo.</description>
      <pubDate>Tue, 14 May 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://www.repositorio.uem.mz/handle258/1528</guid>
      <dc:date>2024-05-14T00:00:00Z</dc:date>
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    <item>
      <title>Análise da funcionalidade dos comités de gestão de água na perpectiva de desenvolvimento Sustentável</title>
      <link>http://www.repositorio.uem.mz/handle258/1501</link>
      <description>Title: Análise da funcionalidade dos comités de gestão de água na perpectiva de desenvolvimento Sustentável
Authors: Cossa, Eduardo
Abstract: O presente estudo analisa a relação entre a operacionalização da estrutura organizacional dos&#xD;
comités de gestão de água e a disponibilidade e gestão sustentável das fontes de água no Posto&#xD;
administrativo de Chongoene. Neste processo, destaca-se o sexto Objectivo do Desenvolvimento&#xD;
Sustentável (ODS) que versa sobre a disponibilidade e gestão sustentável de água e saneamento&#xD;
para todos. Com recurso ao método misto foram inquiridos cerca de 48 comités que trabalham no&#xD;
processo de gestão de furos de água em Chongoene e, conduziu-se entrevistas semiestruturadas&#xD;
com os técnicos dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas (SDPI) de Chongoene.&#xD;
Os dados foram analisados com base na teoria de Desenvolvimento Sustentável defendida por&#xD;
Gabriela Scotto et al., (2008) que olha para o desenvolvimento sustentável como uma forma de&#xD;
garantir os ajustes ambientais e o problema da finitude da natureza através do envolvimento e&#xD;
participação consciente e activa de uma pluralidade de actores na busca pelo bem estar social da&#xD;
comunidade. Da análise dos dados efectuada no terreno, verificou-se que a disponibilidade e gestão&#xD;
das fontes de água em Chongoene colocam um desafio à noção do desenvolvimento sustentável&#xD;
porque a comunidade depara-se com frequentes avarias dos furos de água; deficiente estrutura&#xD;
organizacional dos comités de gestão de água e, falta de apoio por parte do SDPI na recuperação&#xD;
de fontes de água com avarias que ultrapassam a capacidade das comunidades. Estes aspectos&#xD;
contribuem para a redução do funcionamento em pleno das fontes de água e reduz a capacidade&#xD;
de assegurar a disponibilidade e gestão sustentável da água ao nível do Posto administrativo de&#xD;
Chongoene</description>
      <pubDate>Sun, 01 Jun 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://www.repositorio.uem.mz/handle258/1501</guid>
      <dc:date>2025-06-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <item>
      <title>Análise do acesso à alimentação adequada entre os agregados familiares que praticam a agricultura de subsistência no distrito de Magude, província de Maputo</title>
      <link>http://www.repositorio.uem.mz/handle258/1487</link>
      <description>Title: Análise do acesso à alimentação adequada entre os agregados familiares que praticam a agricultura de subsistência no distrito de Magude, província de Maputo
Authors: Matsinhe, Verona Salésia
Abstract: Esta pesquisa analisou o acesso à alimentação adequada entre os agregados familiares (AF’s)&#xD;
que praticam a agricultura de subsistência no Distrito de Magude. Foi realizado um estudo&#xD;
misto, cuja componente qualitativa consistiu na admnistração de 40 entrevistas&#xD;
semiestruturadas aos chefes de AF’s, 7 actores-chave e 10 discussões em grupos focais. A&#xD;
componente quantitativa consistiu na admnistração de um inquérito baseado em Questionários&#xD;
de Frequência Alimentar (QFA) para 242 chefes de AF’s. Os dados qualitativos foram&#xD;
analisados na base da técnica de análise de conteúdo, enquanto que a análise descritiva foi&#xD;
usada para analisar os dados quantitativos. Os resultados da pesquisa mostraram que para os&#xD;
AF’s a alimentação adequada significa consumir o que gostam, que consiste no consumo de&#xD;
maiores quantidades de carnes e industrializados e em maior frequência. Assim, os AF’s têm a&#xD;
percepção de que a sua alimentação não é adequada porque apenas consomem o que a renda&#xD;
suporta. O consumo alimetar dos AF’s é caracterizado pela ingestão de cereais, tubérculos e&#xD;
óleos refinados, havendo fraca inclusão de legumes, frutas e carnes, assim como o baixo&#xD;
fracionamento. A maior parte dos AF’s realiza uma ou duas refeições por dia, apenas duas&#xD;
famílias conseguem realizar até três refeições ao dia. Os resultados mostram que os factores&#xD;
ambientais, as questões culturais, e o fraco acesso aos recursos financeiros influenciam&#xD;
negativamente as escolhas e conduta alimentar dos AF’s e consequentemente no acesso à&#xD;
alimentação adequada.</description>
      <pubDate>Fri, 01 Aug 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://www.repositorio.uem.mz/handle258/1487</guid>
      <dc:date>2025-08-01T00:00:00Z</dc:date>
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