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dc.contributor.advisorMubai, Marlino-
dc.contributor.authorOliveira, Esperança Rui Colua de-
dc.date.accessioned2025-03-03T12:13:35Z-
dc.date.issued2023-04-
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.uem.mz/handle258/1170-
dc.description.abstractO estabelecimento de áreas protegidas em zonas com assentamentos humanos, traz consigo grandes desafios no equilíbrio entre o bem-estar das comunidades e a conservação da biodiversidade. As dinâmicas destas áreas conduzem a mudanças que afectam a estrutura social das comunidades locais. Na perspectiva de restabelecer um equilíbrio sócio-ecológico, as comunidades tendem a encontrar mecanismos de adaptação à realidade imposta pela transformação das suas zonas de residência em áreas de conservação. Este estudo, analisa a Resiliência das Comunidades do Parque Nacional de Limpopo em relação as mudanças resultantes da criação desta área de protecção. O mesmo, parte do pressuposto de que a criação deste Parque afectou os aspectos socioeconómicos e culturais das comunidades, entretanto, estas encontraram estratégias de adaptação para restabelecer o funcionamento da sua estrutura social. O estudo foi feito à luz da teoria sistémica, com intuito de compreender as relações de interação que caracterizam a Resiliência. A pesquisa faz uma combinação da abordagem qualitativa e quantitativa, baseada num estudo de caso, assente na revisão da literatura, administração de inquéritos, entrevistas semiestruturadas e grupos focais. O estudo conclui que a criação do Parque desproveu as comunidades dos seus meios de vida, perturbou o sistema de crenças e governação, afectando a organização e o funcionamento da estrutura social das comunidades. Entretanto, as comunidades desenvolveram estratégias de adaptação que asseguram o funcionamento da sua estrutura social. Assim, as comunidades Parque Nacional de Limpopo se mostram resilientes às dinâmicas impostas pelas políticas de conservação na regiãoen_US
dc.language.isoporen_US
dc.publisherUniversidade Eduardo Mondlaneen_US
dc.rightsopenAcessen_US
dc.subjectParque Nacional de Limpopoen_US
dc.subjectReassentamentoen_US
dc.subjectResiliênciaen_US
dc.subjectSistema socialen_US
dc.subjectEstratégias de adaptaçãoen_US
dc.subjectLimpopo National Parken_US
dc.subjectResettlementen_US
dc.subjectResilienceen_US
dc.subjectAdaptation strategiesen_US
dc.titleResilência: o caso da intrusão interminável na vida socioecológica do Parque Nacional de Limpopo em Moçambiqueen_US
dc.typethesisen_US
dc.description.embargo2025-03-03-
dc.description.resumoThe establishment of protected areas in areas with human settlements brings enormous challenges to the equilibrium between the wellbeing of communities and biodiversity conservation. The dynamics of these areas lead to changes that affect the social structure of the local communities. In the perespective of establishing a socioecological equilibrium the communities have developed mechanism of adaptation to the reality imposed by the transformation of their residential areas in conservation sites. This study analyses the resilience of the Limpopo National Park communities to changes brought about by the transformation of their residential area in protected area. It departs from the premise that the establishment of the Park affected the communities socially, economically and culturally yet, they developed adaptation strategies to reestablish the normal functioning of their social structure. The study builds from systemic theory to comprehend the relations of interaction that characterize community resilience. Methodologically the study relies on the combination of qualitative and quantitative methods, case study, literature review, inquiries, semi-structured interviews and focus group discussions. It concludes that the establishment of Park deprived local communities from their livelihoods, it disturbed the system of beliefs and governance thus, affecting the organization and functioning community’s social structure. Nevertheless, the communities developed adaptation strategies that allowed the social structure to bounce back. Thus, the communities of Limpopo National Park appear to be resilient to changes brought about by the intricacies of the policies of conservation in the regionen_US
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