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dc.contributor.advisorBuchir, Luís Miguel Samussone Tomás-
dc.contributor.authorCharles, Maria da Nádia Felizardo Adrião-
dc.date.accessioned2025-03-14T08:28:24Z-
dc.date.available2025-03-14T08:28:24Z-
dc.date.issued2024-11-01-
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.uem.mz/handle258/1183-
dc.description.abstractDe acordo com vários relatórios e estudos, a coordenação institucional constitui um dos principais desafios na gestão de riscos climáticos e desastres. Em Moçambique, o desafio reside na incerteza sobre a sustentabilidade dos actuais mecanismos governamentais relacionados ao arranjo institucional para resiliência climática. É neste contexto que a pesquisa adopta uma perspectiva ampla e detalhada para examinar a instabilidade dos arranjos institucionais no contexto moçambicano. Portanto, ela ilustra de forma sólida a sobreposição de funções entre diversas entidades, evidenciando assim as fragilidades do actual quadro legal, que este por sua vez, requer abordagem mais integrada e robusta para a gestão de riscos climáticos e de desastres. Esse cenário, conduz a uma análise profunda sobre a imperactividade de estabelecer uma legislação dedicada às mudanças climáticas e sua respectiva regulamentação. Por outro lado, observa-se um aumento no número de instituições que fornecem conhecimento técnico, científico e apoio institucional o que nos leva a uma condição ideal para a resposta a eventos climáticos extremos. No entanto, devido à escassez de recursos financeiros, a capacidade institucional permanece limitada. É dentro deste contexto que a pesquisa conclui que não há um mecanismo sistemático de monitoria e execução de programas de redução da vulnerabilidade em Moçambique. Nestes termos, o estudo sugere a observância de dois possíveis cenários de resposta a fragilidade no que diz respeito ao arranjo institucional: Cenário Ajustado, que redefine as responsabilidades entre instituições existentes, visando eliminar a duplicação de funções e fortalecer a coordenação; Cenário de Mudanças, que sugere a criação de uma nova Agência ou Ministério, promovendo uma abordagem integrada para a gestão de riscos climáticos, desastres e recuperação.en_US
dc.language.isoporen_US
dc.publisherUniversidade Eduardo Mondlaneen_US
dc.rightsopenAcessen_US
dc.subjectMudanças climáticasen_US
dc.subjectGestão de riscos climáticosen_US
dc.subjectResiliência climáticaen_US
dc.titleArranjos institucionais na gestão de riscos e reconstrução pós-desastres em Moçambiqueen_US
dc.typethesisen_US
dc.description.resumoAccording to various reports and studies, institutional coordination is one of the main challenges in managing climate risk and disasters. In Mozambique, the challenge lies in uncertainty about the sustainability of current government mechanisms related to the institutional arrangement for climate resilience. It is in this context that the research adopts a broad and detailed perspective to examine the instability of institutional arrangements in the Mozambican context. Therefore, it illustrates in a solid way the overlap of functions between different entities, thus highlighting the weaknesses of the current legal framework, which in turn requires a more integrated and robust approach to climate and disaster risk management. This scenario leads to an in-depth analysis of the imperative of establishing legislation dedicated to climate change and its respective regulation. On the other hand, there is an increase in the number of institutions that provide technical, scientific, and institutional support, which leads us to an ideal condition for the response to extreme weather events. However, due to the scarcity of financial resources, institutional capacity remains limited. It is within this context that the research concludes that there is no systematic mechanism for monitoring and executing vulnerability reduction programs in Mozambique. In these terms, the study suggests the observance of two possible scenarios for response to fragility with regard to the institutional arrangement: Adjusted Scenario, which redefines the responsibilities between existing institutions to eliminate duplication of functions and strengthen coordination; Change Scenario, which suggests the creation of a new Agency or Ministry, promoting an integrated approach to climate risk management, disasters, and recovery.en_US
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