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http://www.repositorio.uem.mz/handle258/1681Full metadata record
| DC Field | Value | Language |
|---|---|---|
| dc.contributor.advisor | Moiane, Belisário Tomé | - |
| dc.contributor.author | Koroma, Naserah Fatmata | - |
| dc.date.accessioned | 2026-08-18T09:02:55Z | - |
| dc.date.available | 2026-08-18T09:02:55Z | - |
| dc.date.issued | 2026-07-30 | - |
| dc.identifier.uri | http://www.repositorio.uem.mz/handle258/1681 | - |
| dc.description.abstract | Grated coconut is a widely consumed, minimally processed food product in Mozambican cuisine, yet empirical data on its microbiological safety remain scarce. The informal market conditions under which grated coconut is prepared and sold raise concerns about microbial contamination, which may pose public health risks to consumers. This study assessed the microbiological safety and quality of grated coconut sold from 24 vendors across four municipal markets (Xipamanine, Janet, Malanga, and Adelina) in Maputo City, Southern Mozambique. A total of 71 samples were collected, comprising grated coconut (24), swabs from grating machines (24), and swabs from vendors’ hands (23). Hygiene conditions were assessed using structured observational checklists administered via Kobo Collect. Microbial analysis was performed using microbiological standard methods for Total Mesophilic Bacteria count (TMBC), Staphylococcus aureus, and Escherichia coli identification. The overall hygiene compliance score was 48.6 ± 8.3%, with facility hygiene scores differing significantly across markets (p = 0.040). The prevalence of E. coli on grated coconut and contaminated surfaces was 12.5% and 14.9%, respectively. The prevalence of S. aureus in grated coconut and contact surfaces was 29.2 % and 42.6%, respectively. The mean of TMBC in coconut was highest at Malanga and Adelina (3.74 log [CFU/g]) and lowest at Janet (3.47 log [CFU/g]), the mean of TMBC was highest for hands at Janet (3.42log CFU/g and lowest at Xipamanine (3.19 log [CFU/g]) while for machines at Malanga it was highest (3.61 log [CFU/g]) and lowest at Xipamanine (3.30log [CFU/g]). The TMBC for 79.2% of coconut samples was above the limit. All samples contaminated with E. coli and S. aureus did not meet the safety standards. Hygiene practices among grated coconut vendors in Maputo markets were inadequate, carrying microbial contamination risks primarily from S. aureus, TMBC, and faecal contamination. Good Hygiene Practices and regular machine sanitation by the vendors can prevent coconut contamination. Also, the development of national microbiological standards for minimally processed coconut products and routine market-level microbiological surveillance can reduce microbial contamination across the market in Maputo. | en_US |
| dc.language.iso | eng | en_US |
| dc.publisher | Universidade Eduardo Mondlane | en_US |
| dc.rights | openAcess | en_US |
| dc.subject | Grated coconut | en_US |
| dc.subject | Staphylococcus aureus | en_US |
| dc.subject | Escherichia coli | en_US |
| dc.subject | Coco ralado | en_US |
| dc.subject | Bactérias mesófilas | en_US |
| dc.subject | Mercados informais | en_US |
| dc.title | Assessment of microbiological safety of grated coconut sold in Maputo markets | en_US |
| dc.type | thesis | en_US |
| dc.description.resumo | O coco ralado é um produto alimentar minimamente processado e muito consumido na cozinha moçambicana; no entanto, os dados empíricos sobre a sua segurança microbiológica são ainda escassos. As condições dos mercados informais onde o coco ralado é preparado e vendido levantam preocupações quanto à contaminação microbiana, o que pode representar riscos para a saúde pública dos consumidores. Este estudo avaliou a segurança e a qualidade microbiológica do coco ralado vendido por 24 vendedores em quatro mercados municipais (Xipamanine, Janet, Malanga e Adelina) na cidade de Maputo, sul de Moçambique. Foram recolhidas 71 amostras, incluindo coco ralado (24), esfregaços de máquinas de ralar (24) e esfregaços das mãos dos vendedores (23). As condições de higiene foram avaliadas através de listas de verificação observacionais estruturadas, administradas através do Kobo Collect tool. A análise microbiológica foi realizada utilizando métodos microbiológicos padrão para a Contagem Total de Bactérias Mesófilas (TMBC) e identificação de Staphylococcus aureus e Escherichia coli. A pontuação global de conformidade com as normas de higiene foi de 48,6 ± 8,3%, com as probabilidades de higiene das instalações a diferirem significativamente entre os mercados (p = 0,040). A prevalência de E. coli no coco ralado e nas superfícies contaminadas foi de 12,5% e 14,9%, respetivamente. A prevalência de S. aureus no coco ralado e nas superfícies de contacto foi de 29,2% e 42,6%, respetivamente. A média (CMTM) no coco ralado foi mais elevada na Malanga e na Adelina (3,74 log [UFC/g]) e mais baixa na Janet (3,47 log [UFC/g]). A de bactérias (MTBC) foi mais elevada nas mãos em Janet (3,42 log [UFC/g]) e mais baixa em Xipamanina (3,19 log [UFC/g]), enquanto nas máquinas foi mais elevada em Malanga (3,61 log [UFC/g]) e mais baixa em Xipamanina (3,30 log [UFC/g]). A contagem total de bactérias (CTB) em 79,2% das amostras de coco estava acima do limite. Todas as amostras contaminadas com E. coli e S. aureus não cumpriram as normas de segurança. As práticas de higiene entre os vendedores de coco ralado nos mercados de Maputo foram inadequadas, levando a riscos de contaminação microbiana, principalmente por S. aureus, CTB e contaminação fecal. As boas práticas de higiene e a higienização regular das máquinas pelos vendedores podem prevenir a contaminação do coco. Além disso, o desenvolvimento de normas microbiológicas nacionais para produtos de coco minimamente processados e a vigilância microbiológica de rotina nos mercados podem reduzir a contaminação microbiana em todo o mercado de Maputo. | en_US |
| Appears in Collections: | Dissertações de Mestrado - FAVET | |
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