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dc.contributor.advisorSidat, Mohsin-
dc.contributor.authorMahoche, Nilza-
dc.date.accessioned2026-03-30T12:14:53Z-
dc.date.issued2026-02-
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.uem.mz/handle258/1587-
dc.description.abstractEste estudo avaliou a implementação da ferramenta IPCAF (Infection Prevention and Control Assessment Framework) desenvolvida pela organização Mundial da Saúde (OMS) nos hospitais provinciais de Moçambique, focado nas componentes essenciais para oferecer serviços de prevenção e controlo de Infecções nas unidades sanitárias (Us). A pesquisa teve como objectivo geral avaliar os sucessos e os insucessos da implementação da ferramenta IPCAF nos hospitais provinciais de Moçambique entre os anos de 2021 a 2023. Material e Metodos: Trata-se de um estudo com abordagem quantitativa, de caráter observacional, descritivo e transversal, que utilizou dados secundários provenientes das avaliações realizadas anualmente nas unidades hospitalares. Foram analisadas as informações de sete hospitais provinciais: Matola, Xai-Xai, Inhambane, Chimoio, Tete, Lichinga e Pemba. Resultados: Os dados revelam uma evolução gradual, embora desigual, na implementação das práticas de Prevenção e Controlo de Infeções (PCI), com destaque para a melhoria das pontuações globais obtidas por meio da ferramenta IPCAF ao longo do período estudado. Os hospitais provinciais de Xai-Xai, Tete e Lichinga apresentaram progressos significativos, passando do nível básico para o nível avançado de conformidade (Xai-Xai: 355 em 2021 para 650 em 2023; Tete: 374 para 636; Lichinga: 375 para 635). Já os hospitais de Chimoio e Pemba evoluíram do nível básico para o nível intermediário (Chimoio: 394 para 500; Pemba: 394 para 582). O Hospital Provincial de Inhambane progrediu do nível intermediário para o avançado, enquanto o Hospital Provincial da Matola manteve-se no nível intermediário ao longo dos três anos. Entre os factores de sucesso identificados, destacam-se os avanços nas componentes de Programa de PCI, Diretrizes, Educação/Formação e Monitoria e Avaliação, que demonstraram melhorias significativas em várias unidades. Conclusões: O estudo demonstrou que a implementação do IPCAF em Moçambique teve avanços relevantes, com melhorias evidentes em vários hospitais provinciais. No entanto, a componente de Vigilância revelou-se como uma das principais fragilidades, contribuindo de forma expressiva para os insucessos verificados. Este cenário aponta para a necessidade urgente de políticas e directrizes institucionais claras para o fortalecimento dos sistemas de vigilância nas unidades sanitáriasen_US
dc.language.isoporen_US
dc.publisherUniversidade Eduardo Mondlaneen_US
dc.rightsopenAcessen_US
dc.subjectPrevenção e controle de infecçõesen_US
dc.subjectIPCAFen_US
dc.subjectVigilânciaen_US
dc.subjectHospitais provinciaisen_US
dc.subjectMoçambiqueen_US
dc.subjectInfection prevention and controlen_US
dc.subjectProvincial hospitalsen_US
dc.titleAvaliação da implementação da ferramenta de avaliação das componentes essenciais do programa de prevenção e controlo de infecções nos hospitais provinciais em Moçambique, de 2021 a 2023en_US
dc.typethesisen_US
dc.description.embargo2026-03-24-
dc.description.resumoThis study evaluated the implementation of the Infection Prevention and Control Assessment Framework (IPCAF), developed by the World Health Organization (WHO), in provincial hospitals in Mozambique. The focus was on the essential components required to deliver effective infection prevention and control (IPC) services in healthcare facilities. The general objective of the research was to assess the successes and shortcomings of IPCAF implementation in Mozambique's provincial hospitals between 2021 and 2023. Materials and Methods: This is a quantitative, observational, descriptive, and cross-sectional study that used secondary data from annual assessments conducted in the selected hospitals. Data were analyzed from seven provincial hospitals: Matola, Xai-Xai, Inhambane, Chimoio, Tete, Lichinga, and Pemba. Results: The findings reveal a gradual, albeit uneven, improvement in the implementation of IPC practices, with notable increases in overall IPCAF scores throughout the study period. The provincial hospitals of Xai-Xai, Tete, and Lichinga showed significant progress, moving from the basic to the advanced compliance level (Xai-Xai: 355 in 2021 to 650 in 2023; Tete: 374 to 636; Lichinga: 375 to 635). The hospitals of Chimoio and Pemba progressed from the basic to the intermediate level (Chimoio: 394 to 500; Pemba: 394 to 582). The Inhambane Provincial Hospital advanced from the intermediate to the advanced level, while the Matola Provincial Hospital remained at the intermediate level over the three years. Among the identified success factors were improvements in the IPC Programme, Guidelines, Education/Training, and Monitoring and Evaluation components, which showed significant gains in several units. Conclusions: The study demonstrated relevant advancements in IPCAF implementation across Mozambique, with evident improvements in several provincial hospitals. However, the Surveillance component emerged as one of the most critical weaknesses, significantly contributing to the observed implementation gaps. This scenario underscores the urgent need for clear institutional policies and guidelines to strengthen surveillance systems within healthcareen_US
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