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dc.contributor.advisorBandeira, Salomão Olinda-
dc.contributor.authorMachiana, Maria Alberto Cuambe-
dc.date.accessioned2026-05-15T11:13:57Z-
dc.date.available2026-05-15T11:13:57Z-
dc.date.issued2025-05-01-
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.uem.mz/handle258/1619-
dc.description.abstractO restauro de carbono azul das ervas marinhas constitui uma das formas para compensar perdas de cobertura resultante tanto de acção antropogénica, natural ou climática, estimulando assim a fixação de carbono e reposição dos serviços do ecossistema. O presente estudo avaliou o sucesso de restauração da erva marinha Oceana serrulata através da análise de métricas estruturais das plantas nas áreas de replantio e de controle. A restauração de ervas marinhas na Ilha de Inhaca, iniciou em 2019, com a testagem dos métodos manuais,“sod” ou torrão (com sedimento) e “rod” cofragem e “finger” dedo (ambos livre de sedimento), tendo os resultados sido satisfatórios para o método rod (com 89% de sucesso). Durante o período de 2020 a 2021 foram instalados 200.000 módulos de Oceana serrulata como parte de um programa de restauração abrangente. Essa iniciativa foi realizada mensalmente durante a maré baixa das marés vivas entre os meses de Setembro de 2020 à Maio de 2021, contando com o suporte de uma organização comunitária, a Atanhi, dedicada especificamente para este propósito de restauro em conservação dos tapetes de ervas marinhas. A restauração de ervas marinhas envolve a avaliação de várias métricas para determinar o sucesso e o progresso do processo. Essas métricas incluem a percentagem de cobertura das plantas, o número de caule vertical e, a biomassa da parte aérea e subterrânea das ervas marinhas. Durante a fase de monitoramento, esses parâmetros estruturais foram medidos para avaliar o desempenho da restauração. Os resultados indicam uma alta percentagem de cobertura nas áreas restauradas nos meses de Novembro, Setembro e Abril e baixa percentagem nas parcelas dos meses de Fevereiro, Março e Abril. Notavelmente, as parcelas restauradas em Novembro apresentaram valores de percentagem de cobertura e densidade de shoots (caules verticais) próximos aos observados na área de referência (área controle).en_US
dc.language.isoporen_US
dc.publisherUniversidade Eduardo Mondlaneen_US
dc.rightsopenAcessen_US
dc.subjectErvas marinhasen_US
dc.subjectOceana serrulataen_US
dc.subjectMétodo rolha (rod)en_US
dc.subjectPercentagem de coberturaen_US
dc.subjectDensidade de caules verticaisen_US
dc.subjectBiomassaen_US
dc.titleMétricas do restauro de ervas marinhas: caso de Cymodocea Serrulata (que forma oceana serrulata) na ilha de Inhaca, baía de Maputoen_US
dc.typethesisen_US
dc.description.resumoBlue carbon restoration of seagrasses is one way to compensate for losses of cover resulting from anthropogenic, natural or climatic action, thus stimulating carbon fixation and replenishment of ecosystem services. This study evaluated the success of seagrass restoration Oceana serrulata through the analysis of structural metrics of the plants in replanting and control areas. Seagrass restoration on Inhaca Island began in 2019, with the testing of manual methods, "sod" or clod (with sediment) and "rod" formwork and "finger" finger (both sediment-free), with the results being satisfactory for the rod method (with 89% success). During the period from 2020 to 2021, 200,000 Oceana serrulata modules were installed as part of a comprehensive restoration program. This initiative was carried out monthly during the low tide of the spring tides between the months of September 2020 and May 2021, with the support of a community organization, Atanhi, dedicated specifically to this purpose of restoring and conserving seagrass carpets. Seagrass restoration involves evaluating several metrics to determine the success and progress of the process. These metrics include the percentage of plant cover, the number of vertical stems, and the aboveground and underground biomass of the seagrass. During the monitoring phase, these structural parameters were measured to assess the performance of the restoration. The results indicate a high percentage of cover in the restored areas in the months of November, September, and April and a low percentage in the plots of the months of February, March, and April. Notably, the plots restored in November showed values ​​of percentage of cover and density of shoots (vertical stems) close to those observed in the reference area (control area).en_US
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